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quinta-feira, 7 de julho de 2016
Procurando Dory - Review de 1 Minuto
The Fundamentals of Caring - Review de 1 Minuto
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REVIEW DE 1 MINUTO - Tartarugas Ninjas - Fora das Sombras.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Review - Batman vs Superman
Pois bem, após duas tentativas de assistir ao filme em um cinema com defeito, na terceira vez, finalmente, consegui conferir e tirar a curiosidade que tomava conta. Com várias críticas negativas e positivas, precisava formar minha opinião e saber a razão do filme dividir tantas opiniões desta forma. E de fato, entendi.
A história começa após 18 meses do ocorrido em Homem de Aço, o mundo está divido entre os que consideram Superman um salvador, e que os considera uma ameaça, uma divisão entre a fé e o medo. Porém, há quem vê vantagem nesta divisão. Toda essa onda de sentimentos desencadeia uma série de problemas. O governo tem a necessidade de tomar uma atitude para com este alienígena, Bruce Wayne vê na figura de Superman nada mais que a maior ameaça ao planeta e quer eliminá-la. Lex Luthor, percebe a mesma ameaça, mas acima disso tem seus olhos voltados ao poder que toda informação que o planeta tem em mãos, pode trazer. Só nisso já temos razões grandiosas para uma briga, e a ideia de que devemos nos preparar para um filme tenso.
DC deixa claro mais uma vez, que qualquer comparação com MARVEL é inválida. Estamos em universos muito diferentes, uma obra de um grupo de artistas diferentes, uma visão de cinema diferente. Com certeza ainda há um longo caminho para este universo estar com algo mais sólido e uma estrutura mais trabalhada, mas não deve diminuir a qualidade do que se está tentando fazer. Trazer ao público, filmes de heróis com profundidade é algo necessário. Precisamos deste tipo de filme, para que não se acostumem com produções vazias, apenas para enxergarmos heróis brigando por uma razão ali e aqui. Por que esses heróis lutam? Pelo que? O que querem passar com isso? O que querem de si mesmos? São tantas questões que poderíamos fazer, e pensar sobre estas figuras, mas que quando tratadas em filmes, são de maneiras leves, pequenas, mas que mereciam atenção.
A história começa após 18 meses do ocorrido em Homem de Aço, o mundo está divido entre os que consideram Superman um salvador, e que os considera uma ameaça, uma divisão entre a fé e o medo. Porém, há quem vê vantagem nesta divisão. Toda essa onda de sentimentos desencadeia uma série de problemas. O governo tem a necessidade de tomar uma atitude para com este alienígena, Bruce Wayne vê na figura de Superman nada mais que a maior ameaça ao planeta e quer eliminá-la. Lex Luthor, percebe a mesma ameaça, mas acima disso tem seus olhos voltados ao poder que toda informação que o planeta tem em mãos, pode trazer. Só nisso já temos razões grandiosas para uma briga, e a ideia de que devemos nos preparar para um filme tenso.
DC deixa claro mais uma vez, que qualquer comparação com MARVEL é inválida. Estamos em universos muito diferentes, uma obra de um grupo de artistas diferentes, uma visão de cinema diferente. Com certeza ainda há um longo caminho para este universo estar com algo mais sólido e uma estrutura mais trabalhada, mas não deve diminuir a qualidade do que se está tentando fazer. Trazer ao público, filmes de heróis com profundidade é algo necessário. Precisamos deste tipo de filme, para que não se acostumem com produções vazias, apenas para enxergarmos heróis brigando por uma razão ali e aqui. Por que esses heróis lutam? Pelo que? O que querem passar com isso? O que querem de si mesmos? São tantas questões que poderíamos fazer, e pensar sobre estas figuras, mas que quando tratadas em filmes, são de maneiras leves, pequenas, mas que mereciam atenção.
Zack Snyder não é o melhor diretor, talvez houvesse diretores que poderiam trazer uma visão diferente, mas dificilmente trariam algo grandioso. O nível de informação que se propuseram a passar em apenas um filme, foi uma jogada arriscada, o que mexeu nos extremos do mesmo. Gosto dos trabalhos de Snyder, mas já o questionei em muitas coisas, e por mais discutível que foi Homem de Aço - dei nota 7 de uma média 5 - conseguimos entender o espírito ele quis passar. Há muito mais disso em Batman vs Superman. Snyder sabe trabalhar com o exagero, não podemos negar que sua noção estética é maior e melhor que sua visão de roteiro, sentimos isso no filme, percebemos o trabalho do diretor em querer trazer algo diferente, utilizando do psicológico em vários momentos, e colocando seus ´´exageros´´ no trabalho das figuras mitológicas, com suas cenas onde Superman é visto como um messias ou numa visão dramatizada em torno dos medos que cercam Bruce Wayne, na câmera lenta e trilha alta de Hans Zimmer e por ai vai. Desta forma, entendemos que estamos em uma adaptação de um épico, no sentido mais teatral possível da palavra. Enxergamos a realidade sombria dos heróis, e o mar profundo de seus sentimentos. Um Superman cheio de dúvidas e receios, mas que carrega em seu peito o símbolo da esperança, um Batman cada vez mais amargurado e que também, na sua maneira, está cheio de dúvidas. São esses sentimentos que moldam a estrutura do filme, sendo a tensão e a profundidade desses personagens icônicos que está sendo abordada em principal.
O filme tem erros, como dito, seu roteiro e direção tem altos e baixos bem perceptíveis, temos cenas muito bem dirigidas, bem adaptadas, que de cara sabemos exatamente de qual quadrinho é. Adaptações ricas, de fato, e belas; mas temos cenas fracas em texto, cenas com direção um tanto questionáveis - A batalha contra Apocalipse realmente me deixou com dúvidas, momentos bons e momentos ruins, mas foi válida-. O uso de C.G.I já de costume de Snyder algumas horas não ficam tão bons, deixando cenas mais artificiais do que o devido, mas tudo isso ainda fica atrás da beleza real do filme. A profundidade citada anteriormente nos ganha; temos um filme de quadrinhos de fato, mostrando o lado mais humano de nossos heróis, honrando a mitologia de um universo fictício, mas que tem o seu próprio formato de ficção; um mergulho em acertos e erros para fazer mais que um filme, mas trabalhar o aspecto artístico do mesmo e que principalmente não subestimasse seu público. Não temos algo mastigado, temos as informações necessárias para entendermos o que se passa, o que houve e o que virá, e devemos respeitar isso em sua melhor forma.
A introdução dos personagens foram breves, sem muito espetáculo, pois já os conhecemos. Lex Luthor já é mostrado no crescer de sua personalidade louca, e que em partes conta seu passado e o porque de ser assim, Diana Prince / Mulher Maravilha tem algumas informações mostradas, mas nada demais, pois teremos o filme solo que explicará muita coisa em breve. Outras participações também, se fizeram da mesma forma, sem muitas explicações, ponto que muitos criticaram, mas muitos desses ´´em abertos´´ me agradaram, pois de fato não precisa ser explicado naquele momento, temos muitos filmes pela frente, isso sendo tratado com planejamento de roteiro e seriedade, vai fortalecer o filme cada vez mais, mostrando o real potencial como introdução que ele teve, mas que não foi tão observado.
Muito se falou no excesso de drama e falta de humor. Para mim a frase soa como uma bengala criada por muitos filmes atuais, que ao forçarem piadas está trazendo ao esquecimento o humor orgânico. Ri em partes do filme, como ouvi várias pessoas rindo no cinema do mesmo, mas nada de piadas forçadas. Rimos das situações, das ironias, das expressões e de vários outros aspectos, que em nenhum momento obstruíram o ritmo para forçar uma risada. Talvez pudessem trabalhar mais isso, okay, é uma questão, mas não trataria isso como um grande defeito, apenas como uma atitude para valorizar a seriedade que tentou se passar.
Por fim, quero dizer que a DC tem potencial para crescer, amadurecer e ter produções melhores, mas não errou com este filme. A ´´Origem da Justiça´´ teve sua introdução com muitas informações, sendo massante para muitos, e que talvez devesse ter tido um ritmo mais calmo, mas com certeza foi competente. As opiniões devem ser tiradas apenas assistindo ao filme e não se guiando por críticas negativas ou positivas. Não devemos seguir os oceanos de amores e ódio que banham as críticas nas ultimas semanas, pois cada um terá sua opinião. Sendo assim, assistam, analisem e reflitam sobre o que assistiram, pois vale a pena.
A introdução dos personagens foram breves, sem muito espetáculo, pois já os conhecemos. Lex Luthor já é mostrado no crescer de sua personalidade louca, e que em partes conta seu passado e o porque de ser assim, Diana Prince / Mulher Maravilha tem algumas informações mostradas, mas nada demais, pois teremos o filme solo que explicará muita coisa em breve. Outras participações também, se fizeram da mesma forma, sem muitas explicações, ponto que muitos criticaram, mas muitos desses ´´em abertos´´ me agradaram, pois de fato não precisa ser explicado naquele momento, temos muitos filmes pela frente, isso sendo tratado com planejamento de roteiro e seriedade, vai fortalecer o filme cada vez mais, mostrando o real potencial como introdução que ele teve, mas que não foi tão observado.
Muito se falou no excesso de drama e falta de humor. Para mim a frase soa como uma bengala criada por muitos filmes atuais, que ao forçarem piadas está trazendo ao esquecimento o humor orgânico. Ri em partes do filme, como ouvi várias pessoas rindo no cinema do mesmo, mas nada de piadas forçadas. Rimos das situações, das ironias, das expressões e de vários outros aspectos, que em nenhum momento obstruíram o ritmo para forçar uma risada. Talvez pudessem trabalhar mais isso, okay, é uma questão, mas não trataria isso como um grande defeito, apenas como uma atitude para valorizar a seriedade que tentou se passar.
Por fim, quero dizer que a DC tem potencial para crescer, amadurecer e ter produções melhores, mas não errou com este filme. A ´´Origem da Justiça´´ teve sua introdução com muitas informações, sendo massante para muitos, e que talvez devesse ter tido um ritmo mais calmo, mas com certeza foi competente. As opiniões devem ser tiradas apenas assistindo ao filme e não se guiando por críticas negativas ou positivas. Não devemos seguir os oceanos de amores e ódio que banham as críticas nas ultimas semanas, pois cada um terá sua opinião. Sendo assim, assistam, analisem e reflitam sobre o que assistiram, pois vale a pena.
Nota: 7,5
domingo, 20 de março de 2016
Zootopia - Essa cidade é o Bicho
Breve Review / Sem Spoilers
Pois bem, no ultimo dia 17 estreou a nova animação da Disney, Zootopia, e com certeza, mais um de seus pontos altos, nessa fase em que a mesma está se reerguendo, fase esta, que vem desde o grande sucesso que foi Frozen. Desta vez, não foi diferente. Confesso a vocês, que o filme me surpreendeu muito mais que o esperado, o que foi muito satisfatório e prazeroso.
Zootopia conta a história de Judy Hopps (Monica Iozzi/ Ginnifer Goodwin), uma coelhinha do interior que sonha em se tornar policial, e por fim servir na magnífica cidade que dá o nome ao filme, um lugar onde ´´tudo é possível´´, porém, claramente, tudo não seria tão fácil e belo como as histórias contam, e a personagem se depara com a real cidade grande, com preconceitos na própria polícia, com a falta de empatia de uma cidade que não para. Sendo então desmerecida em seu trabalho, Judy quer mostrar seu valor, resolvendo um caso de desaparecimentos que amedronta as forças polícias e políticas do local. E para isso, a personagem tem a ´´ajuda´´ - um tanto forçada - de Nick Wilde (Rodrigo Lombardi/ Jason Bateman), uma raposa malandra que cai nas mãos de Hopps, e desta forma a ajuda no caso, para não ser levado para polícia. E assim, a trama da animação se forma e começa a acontecer.
O roteiro e direção estão nas mãos de Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush. E o trio faz um ótimo trabalho, não nos trazendo uma animação maravilhosa e toda linda, mas sim algo diferente, não querendo nos dar aquilo que sempre esperamos de filmes Disney, sendo este um ponto forte. O roteiro com certeza encanta aos adultos que assistirem, pelos ricos detalhes e referências que fazem, divertindo as crianças, porém fazendo rir muito mais quem realmente entende as brincadeiras. O trabalho com todas as críticas colocadas, foi feito de maneira leve e competente: O preconceito de gênero. os problemas na polícia, jogos por trás na política, drogas entre outras. Tudo isso enriquece o roteiro, não sendo só uma estória divertida com ação aventura e uma mensagem no final. A direção, da mesma forma, é versada e para mim uma das melhores dos últimos lançamentos da Disney, com ângulos bem trabalhados, até quando você não imaginaria que teria algo grande para uma cena pequena.
O trabalho com os personagens foi o mais questionável para alguns, eu não me incomodei, terem usado esteriótipos para criticar o mesmo, eu já penso que isto foi a forma mais prática de se trabalhar, pois foi necessário para construir outro dos pontos do filme, que é jogar com a estórias com personagens antropomórficos. Como seria essa sociedade? Como seria a relação, predadores e presas num universo onde os animais evoluíram mais? Então tudo isso se relacionou, não sendo tão fácil criticar.
A relação Hopps e Wilde funciona, dando aquele ar clássico de dupla que não poderia dar certo, mas que se completam, principalmente por suas histórias. O sentimento envolvido nessa relação foi algo que fluiu muito bem em um ritmo admirável. Já na questão das atuações dos personagens, eu assisti ao filme dublado, e não vi problema, Monica Iozzi mostrou seu potencial como atriz até mesmo na dublagem, tendo uma interpretação ótima como Hopps, Rodrigo Lombardi também teve seu destaque, conseguindo agradar à mim que sou um grande fã do ator original - Bateman -, fazendo o trabalho de atuação da Calmaria/ Malandragem de Wilde muito próximo ao que Bateman faz.
Logo, o filme agrada em vários aspectos, tendo sim seus detalhes um tanto fracos, mas que não diminuem o filme.
Nota: 8,0
Ps: A personagem Gazela interpretada por Shakira, de fato serviu apenas para o lado musical e um pouco de humor, mas não foi a participação mais necessária de um filme Disney, sendo algo que não acrescenta nada ao mesmo.
segunda-feira, 14 de março de 2016
Coisas novas estão por vir.
Então pessoal, estou aqui para comentar sobre o número baixo de críticas e afins que andamos postando, não que postássemos em grandes quantidades, mas todo mês tinha um material maior sobre alguns filmes. Porém, é por uma boa e valiosa causa. Estamos aumentando o blog e a equipe. Criando mais conteúdos não só em texto, mas também em vídeos e Podcasts, muito mais prático para trazer o máximo de Reviews e curiosidades sobre Cinema, TV, Quadrinhos e muito mais para todos vocês.
Estamos criando uma marca toda nova e aumentando a qualidade nestes trabalhos, para investirmos tanto para nós mesmos quando para todos que acompanham. Desta forma, pedimos que fiquem atentos para esta próxima fase que está chegando. E para não ficar um extremo vazio, estarei postando críticas breves, sobre as últimas produções que ando assistindo e estudando.
Até a próximo!
domingo, 13 de março de 2016
FLAKED da NETFLIX - Breve Crítica.
FLAKED - Original NETFLIX
Que série difícil de
criticar. Realmente precisei de um tempo de reflexão e leitura para ter
referências e saber como falar o que pensei. Apesar de várias críticas, sim,
gostei, achei ousada e diferente, e digna de todos os produtores. Já os conheço
e admiro muito os trabalhos anteriores, Will Arnett e Mitchell Hurwitz
principalmente.
Talvez, eu tenha que
concordar com algumas críticas e dizer que também penso que a mesma poderia ter
sido feita para um filme. Criticar como uma série dificulta, pois ela tem seu
arco fechado – Will Arnett, ator e roteirista, disse não pensar em segunda
temporada. – como se estes 8 episódios, fossem um filme de 4 horas. Talvez
então, fizesse uma comédia a la ´´Bem-vindo aos 40´´, um filme um tanto
longuinho, mas que tem seu valor.
Contando a história
de Chip, um Alcóolatra que trabalha fazendo banquetas, mora na casa de seu
melhor amigo, participa do AA, o mesmo acaba se apaixonando pela mesma garota
(London) que seu amigo (Dennis), mas isso não torna um triângulo amoroso chato de
comédia romântica. Ao contrário, torna pior, o ciclo de problemas que fazem o
mundo de Chip ser cheio de problemas e mentiras (Um Flaked, em inglês).
A
mesma, não se força e nem tenta ser uma comédia, pois não há momento algum que
ela te force a rir, com uma piada pronta aqui e ali, ao contrário, você rirá
das tragédias que nela ocorre. Essa é a graça, e talvez, se fosse um filme,
desse certo para um público que curte aquele humor britânico. Brinquei quando
vi a série, dizendo que ela é um Arrested
Development¹ de um homem só. Esse formato, foi ousado, tendo seu roteiro
diferenciado, numa trama mediana, longe de ser ruim, mas não a melhor. A
direção no modo geral, é competente e simples, sem tentar inovar, mas fazendo
suas brincadeiras em particulares, com closes em algo que fica sem sentido se
você não estiver entendendo o sentido da trama e derivados. Desta forma, ganhando
meu respeito, pois teve uma história interessante, deu a cara para bater com
seu estilo, ao contrário da última série LOVE², que usou de uma produção
bonitinha e trabalhadinha para esconder uma história ruim, fraca e cliché.
FLAKED então, não é para quem gosta de se iludir e ver algo onde tudo
são flores, pelo contrário, é para quem gosta de ver os problemas nas relações
de amor e amizade, em um mundo onde precisamos fazer escolhas e arcar com suas
consequências.
Nota: 7 (Poderia dar 6,5 ou 6,8; mas ela ousou, se arriscou e em tempos
onde formatos prontinhos vendem fácil e infelizmente são feitos em quantidades,
precisamos valorizar um pouco isso.)
¹ : Mitchell Hurwitz foi o produtor e criador
da premiada série Arrested Development, onde
Will Arnett está no elenco.
² : Dei nota 7,5 para LOVE, mas por pura
questão técnica, pois como dito, achei a história bem fraca.
- Média: 5
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Bolão OSCAR 2016
Como de costume, todo ano André Motta faz suas apostas para o OSCAR aqui no blog. Dessa vez não seria diferente, porém eu, Pedro Gonçalves, ousei e tentei arriscar os meus palpites. Dessa forma, confiram como figou nosso ´´Bolão De tudo um Pouco´´:
Pedro:
Pedro:
Iñarritu
Melhor Filme:
André:
Pedro:
Diretor:
André:
George Miller
Pedro:
Iñarritu
Ator:
André:
Leonardo DiCaprio
Leonardo DiCaprio
Pedro:
Leonardo DiCaprio
Leonardo DiCaprio
Atriz:
André:
Brie Larson
Pedro:
Cate Blanchett
Ator coad:
André:
Sylvester Stallone
Pedro:
Sylvester Stallone
Atriz coad:
André:
Alicia Vikander
Pedro:
Kate Winslet
Roteiro original:
André:
Spotlight
Pedro:
Spotlight
Roteiro adaptado:
André:
The Big Short
Pedro:
The Big Short
Animação:
André:
Inside Out
Pedro:
Inside Out
Trilha sonora:
André:
Hateful Eight
Pedro:
Hateful Eight
Fotografia:
André:
O Regresso
Pedro:
O Regresso
Montagem:
André:
Spotlight
Pedro:
Spotlight
Efeitos:
André:
MAD MAX
Pedro:
MAD MAX
OSCAR 2016 será exibido à partir das 20h 30 min deste Domingo (28) pelo Canal TNT
e logo após BIG BROTHER BRASIL na REDE GLOBO.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Star Wars Episódio VII - O Despertar da Saga

Eu tinha apenas 6 anos quando tive meu primeiro contato com Star Wars, quando o SBT estava reprisando os episódios clássicos para a estreia de Ameaça Fantasma no canal. Eu tinha perdido os outros dias de exibição por algum motivo (Foram a 14 anos atrás, vale o desconto) e me interessei pelo titulo O Retorno de Jedi, e decidir desobedecer minha mãe, me mantendo acordado até tarde para ver o filme. Obviamente, não entendi por completo a trama. Não conseguia assimilar o fato de uma mulher tão bonita com roupas douradas estar deitada de uma minhoca obesa dizendo coisas incompreensíveis, ou o por que um cara foi congelado ou como as pessoas entendiam o que um robozinho simpático queria dizer atras de bipes. Mas me encantei completamente a partir do momento em que um cara (que tinha um corte de cabelo parecido com o meu na época) é jogado para lutar contra um monstro gigantesco, e para minha surpresa, ligava uma espada laser verde e lutava contra o monstro. A partir daquele momento, eu me tornava um fã da franquia criada por George Lucas.
Comecei o texto com essa historia para dizer que Star Wars - O Despertar da Força, me fez voltar a aos meus 6 anos de idade.
A direção de JJ Abrams não é só bastante competente, mas acima de tudo, muito apaixonada. Abrams não tem medo de homenagear a serie, tanto por easter eggs quanto pela trama quase idêntica a ''Nova Esperança'' escrita por ele e Lawrence Kasdan (Roteirista de Império Contra-Ataca e Retorno de Jedi). O grande feito de Abrams é mesmo conseguir parecer crível um mundo tão fantasioso como esse, através das criaturas criadas por maquiagens e efeitos práticos e de cenários reais sem nenhuma computação gráfica muito explicita. Abrams consegue nos fazer acreditar naquele universo novamente, depois da Trilogia dos episódios 1, 2 e 3, em que parecia que Lucas queria mais experimentar as maiores novidades da tecnologia da época do que trabalhar com o universo que tinha criado. Também merece palmas a decupagem de Abrams para o filme. Planos como os Tie Fighters voando ao por do sol, os X-Wings formando uma onda, as cenas de Rey e BB-8 no imenso deserto de Jakku, todas lindamente fotografadas por Daniel Mindel (que merece uma indicação para Oscar de Melhor Fotografia) e com a trilha de John Williams inspirada e linda (Rey Theme's é já uma das melhores composições de sua carreira) ficam na memoria do espectador e só me faz me entristecer por essa ser seu único trabalho nessa trilogia.
Vou sentir tanta falta de seus lens flares.

Mas de nada seria desse Star Wars sem os seus novos personagens. A dupla protagonista, Rey e Finn, é responsável por boa parte do sucesso do filme. Ambos os personagens tem um peso dramático forte, mas não deixam o filme sombrio por terem um senso de humor certeiro e terem uma dinâmica leve, tudo acompanhado do droide mais carismático de todos, BB-8.
Daisy Ridley é sem duvida a melhor atriz que já passou pela saga (Natalie Portman que me perdoe) e faz de Rey uma das personagens mais encantadoras da serie, com a sua força, carisma, humor e tantas outras qualidades que só assistindo para entender o poder da atriz em cena. É sem duvida, a melhor personagem da nova geração.John Boyega como Finn é espetacular em todas as funções que são dadas: Alivio Cômico, Sidekick, Interesse Amoroso e Herói.
Outro que personagem apresentado incrivelmente bem é Poe Dameron. Pouco se precisa mostrar sobre o personagem para nos afeiçoarmos a ele.
Os vilões tem seus altos e baixos: Capitã Phasma passa em branco e é esquecível. General Hux é um personagem que promete ser grande no futuro, mas as vezes sem muito a dizer nesse recomeço, mas a boa atuação de Domhnall Glesson salva de passar batido.
Mas ai entra Kylo Ren, talvez um dos mais complexos personagens de toda a saga, é bem trabalhado e escrito por Kasdan e Abrams. Adam Driver é excelente.
Mas um dos fatores primordiais do filme é a volta de seus antigos heróis: Luke, Han Solo, Chewie e Leia.
Harrison Ford é completamente dono do filme, talvez um pouco mais a vontade do que na sua juventude. Tantos nos momentos cômicos como nos dramáticos, Ford está magnifico.
(SPOILERS) A cena da ponte em que Han Solo enfrenta o seu filho Ben, agora Kylo Ren é de fato uma das melhores da serie. Os Diálogos de Kasdan, O Uso da cor vermelha de Mindel na decisão final, a interpretação de Driver e Ford, Tudo conspira a favor da cena mais marcante do longa.(Fim dos SPOILERS)
Carrie Fisher volta diferente para sua personagem. A melancolia que os caminhos da vida de Léia está sutilmente na interpretação de Fisher, e ainda nos presenteia de maneira lindíssima cenas tocantes com Solo. E finalmente Luke Skywalker, que é o Macguffin da Historia (SPOILERS) A figura de Luke Skywalker é poderosa, com sua vestimenta Jedi tipica e seu braço robótico quase fantasmagórico. Seu encontro com Rey não é só emocionante como é o melhor fechamento da Historia da saga. (Fim dos SPOILERS)
E assim foi o reinicio de uma das franquias mais amadas da historia: Um deleite para os fãs e um recomeço formidável, tão próspero quanto dos filmes clássicos.
Avaliação Final: 9,8
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Os Melhores filmes de 2015
Por: André Motta
Mais um ano se passa, e como de costume, mesmo estando com uma frequência bem baixas de postagens no Blog - Algo maior está por vir -, não podemos deixar de citar os melhores lançamentos deste ano. Alguns claro, podem se desagradar com a lista, esperando outros filmes, porém, queremos novamente, oferecer um guia para ir atras de filmes que acabaram passando batido ou não tiveram uma boa divulgação (há, infelizmente, filmes que tiveram um circuito limitadíssimo).
Mas Vamos pra Lista:
PS:não esta em ordem de preferência,nem de lançamento.
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